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Este poderia ser mais um poema monótono falando de amor.
E o amor que chega a ser ridículo, é real, vive, mas só tem vida própria se dermos asas à imaginação.
Igual ao amor só as rosas que nascem no paraíso.
Pensamento mais tranqüilo e teu rosto singelo, suas palavras sinceras são apenas mais um recomeço que começou depois de nada que está indeterminado pela certeza.
Incerteza e mais algumas palavras soltas no ar que contradizem e afirmam um sentimento.
O amor e toda sua ridicularidade.
Tento entregar uma coisa que nos pertence e nossas porteiras estão simplesmente abertas, que nossas decisões estão sendo decididas. Agora vamos rir, chorar, nos amar, decidir, namorar e a vida continua como está.
E o futuro vem com suas garras e nos puxa a cada minuto é procedido da certeza de um sim e a dúvida de se duvidar.
E temos nossas particularidades.
E nosso sentimento indesenhavel, indiscutível presente e acidente.
Esse poderia ser mais um poema ridículo falando sobre nossos sentimentos, creio que sentimentos não sejam tão monótonos, quanto a pessoa que escreve.
Pode-se falar das flores e as flores falam de nós e nós achamos elas lindas e cada vez mais ficam mais belas, doces e singelas. Meigas. Igual ou nosso sentimento, iguais a ti e eu como ridículo que sou, continuou falando de uma coisa tão simples que chega! É muito ridículo para uma pessoa só!
Pode-se falar dos absurdos da vida e sua particularidade.
Enfim vivemos num sistema complexo, só não mais que nossas mentes e o amor. O amor esta sensação de estar nas nuvens tocam ao céu e apanhar com mão a lua. Quem sabe dar-lhe presente? Espero que compreenda este foi o mínimo, mas, se quiser posso dar-lhe o sol ou quem sabe a via Láctea.
E as rosas continuam lindas e você também.
Só não me contento com a distância e a separação.
Posso ser o super-herói, viajar em busca de te salvar das “super-proteções” de pais cuidadosissímos e por aí vai.
Esse pode ser mais um poema falando sobre o amor e o amor pode ser mais um poema falando das desconcertantes situações que o próprio amor nos coloca.
E ficamos a sorte mais uma vez a encontrar e nada é por acaso se realmente existir não to nem aí!
Esse poderia ser mais um papel cheio de palavras, mas, é um pouco sobre um sentimento ridículo que uma pessoa sente por outro e que me levou a escrever tudo isto que muito mais.
O amor.
E eu sou mais um ridículo.
Bruno Santos Gonsalves, 13/10/2001, 14:39h.