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MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalizaçã o da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalizaçã o da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

“Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalizaçã o, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

“Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”

“Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

“Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalizaçã o de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

“Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

“Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

“Como humanista, aceito defender a internacionalizaçã o do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

DIZEM QUE ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A
DIVULGÁ-LA, SE POSSÍVEL FAÇA TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS QUE DOMINAR.

Acesso remoto a máquinas Linux, via Internet

Colaboração: Cesar Brod e Joice Käfer

Data de Publicação: 04 de July de 2009

Este não é um assunto tão novo assim, mas ao procurar dicas de como acessar, de forma segura e fácil, o desktop de um PC remoto a uma máquina local, vimos que são muitos pequenos fatores a serem considerados e que não havia um “passo-a-passo” de como fazer isto, testando todos os componentes da conexão. Por isso, acreditamos existir espaço para este pequeno tutorial.

Introdução
==========

Aqui na BrodTec, em vários momentos, necessitamos acessar remotamente máquinas de clientes ou nossas próprias máquinas da empresa a partir de nossos notebooks, seja para alguma atividade de suporte, teste de alguma ferramenta ou mesmo para o acesso rápido a uma aplicação que não temos instalada localmente. Na maioria das vezes, o simples acesso via ssh é o suficiente, em outras o ideal é ter acesso completo ao desktop da máquina cliente. Este tutorial, baseado na distribuição Linux Mint http://www.linuxmint.com) (o que significa que provavelmente servirá para o Debian e todas as suas variantes, como o Ubuntu), cobre todos os passos necessários para o acesso completo, de forma segura, a uma máquina remota. Como os passos aqui cobertos vão desde testes na própria máquina local, em máquinas da mesma rede local e, enfim, em máquinas conectadas via Internet, este documento deve servir como base e referência tanto para usuários menos experientes quanto aos mais avançados, já que os links aqui apontarão para textos mais complexos e de maior profundidade técnica.

O ambiente de testes
====================

| [/imagens/Hamachi.png]
| Figura 1: Ambiente de testes

Este é o ambiente que utilizamos para os testes aqui descritos. Na BrodTec, temos os notebooks do Cesar e da Joice, conectados através de um roteador wireless que, por sua vez, está conectado a um cable modem fornecido pela Net, que nos conecta à Internet. Um de nossos clientes, usado como exemplo, está conectado a um modem de rádio fornecido pela empresa ArroioNet. Claro que, independente do provedor de acesso à Internet, tudo o que está descrito aqui deve funcionar. Todas as máquinas obtém seu endereço através de DHCP, ou seja, em nenhum momento temos como ter certeza de qual endereço está sendo utilizado por uma delas.

Testes na máquina local
=======================

É comum que, ao diagnosticar um problema, não nos demos conta de todos os fatores que o compõem. Por isso é sempre bom dar uma respirada no óbvio e começar pelo princípio. Antes de nos aventurarmos a conectar com uma máquina  distante, temos que ter certeza de que tudo funciona bem localmente. A filosofia Unix (que o Linux adotou plenamente) nos ensina a montar coisas maiores a partir de coisas muito simples. Uma coisa muito fácil é justamente esquecer o que é óbvio, justamente porque ele está ali e sempre funciona. Aqui, apenas iremos assumir que os computadores existem, têm seu sistema operacional operante e que exista uma conexão com a Internet. Algumas outras coisas iremos testar, mesmo parecendo óbvias. Para isto, vamos precisar de um terminal, uma console Linux. Isto você sabe como acessar, certo?

Para começar, digite em seu terminal:

ping localhost

Como resposta, você deve ter algo parecido com:

brod@brod-laptop:~$ ping localhost
PING localhost (127.0.0.1) 56(84) bytes of data.
64 bytes from localhost (127.0.0.1): icmp_seq=1 ttl=64 time=0.038 ms
64 bytes from localhost (127.0.0.1): icmp_seq=2 ttl=64 time=0.040 ms
64 bytes from localhost (127.0.0.1): icmp_seq=3 ttl=64 time=0.042 ms
64 bytes from localhost (127.0.0.1): icmp_seq=4 ttl=64 time=0.041 ms
64 bytes from localhost (127.0.0.1): icmp_seq=5 ttl=64 time=0.041 ms
^C
— localhost ping statistics —
5 packets transmitted, 5 received, 0% packet loss, time 3999ms
rtt min/avg/max/mdev = 0.038/0.040/0.042/0.005 ms
brod@brod-laptop:~$

Para interromper o ping pressione simultaneamente as teclas Ctrl e C.

A grosso modo, o ping serve para testar a conexão entre máquinas em rede. O comando ping localhost faz com que verifiquemos que nossa máquina seja capaz de comunicar-se com ela mesma, o que já é um bom caminho andado. Caso você queira aprofundar-se mais sobre o ping e protocolos de rede, recomendamos a leitura do livro Redes sem Fio no Mundo em Desenvolvimento (http://wndw.net/download. html#portuguese).

Agora, vamos ver se você consegue estabelecer uma conexão segura com a sua própria máquina com o ssh (http://pt.wikipedia.org/wiki/ SSH).

ssh usuario@localhost

Substitua “usuario” pelo seu próprio nome de usuário em seu sistema. Caso sua instalação seja nova, é bem provável que você não tenha um servidor ssh instalado. Use o Gerenciador de Pacotes e instale o pacote openssh-server. Existindo algum outro pacote pendente, o próprio gerenciador irá instalá-lo para você. Caso você não tenha experiência com a instalação de software, um bom guia pode ser encontrado aqui:
Como Instalar Tudo em Ubuntu (http://www.guiaubuntupt.org/ wiki/index.php?title=Como_ instalar_tudo_em_Ubuntu).

Uma vez concluída a instalação, você deve conseguir acessar a sua própria máquina. As cópias de tela abaixo ilustram o nosso exemplo. Troque o nome de usuário “brod” pelo seu próprio nome.

brod@brod-laptop:~$ ssh brod@localhost
The authenticity of host ‘localhost (127.0.0.1)’ can’t be established.
RSA key fingerprint is a5:2b:93:3c:1d:0c:5f:c9:2e:2d: 3e:7e:39:19:df:fc.
Are you sure you want to continue connecting (yes/no)?

Como esta é a primeira vez que estamos conectando, a autenticidade de nosso servidor ainda não foi estabelecida. Como temos certeza de que apenas estamos nos conectando com nossa própria máquina, vamos responder “yes”. O sistema solicitará a sua senha de usuário e pronto! Você acaba de estabelecer uma conexão segura e remota com sua própria máquina local! Nada de muito especial, mas um passo importante a ser testado no futuro caso algo não dê certo.

Mas não queremos parar por aí. O que queremos realmente testar é abrir um desktop remoto. Para isto, vamos ver se conseguimos fazê-lo, também, em nossa máquina local. Para isto precisaremos de mais dois pacotes: tightvncserver e xtightvncviewer. Localize-os e instale-os usando seu gerenciador de pacotes. Estes pacotes são implementações de um servidor e cliente, respectivamente, do VNC, Virtual Network Computing. Informações completas sobre isto, com mais links para outras referências, podem ser encontradas neste link (http://www.vanemery.com/ Linux/VNC/vnc-over-ssh.html).

Uma vez instalados, vamos, novamente, testá-los.

vncserver :64 -geometry 800×600 -depth 16 -name TESTE

No comando acima, TESTE será o nome de seu servidor, geometry é sua resolução e depth a profundidade de cores. Depois que funcionar, você poderá testar com outros parâmetros. Os comandos vncserver –help e man vncserver darão mais informações sobre estes parâmetros.

Como resultado do comando, você terá o seguinte:

You will require a password to access your desktops.

Password: ********
Verify: ********
Would you like to enter a view-only password (y/n)? y
Password: ********
Verify: ********

New ‘TEST’ desktop is test:64

Starting applications specified in /home/brod/.vnc/xstartup
Log file is /home/brod/.vnc/rat:64.log

A primeira senha solicitada é para o acesso completo a seu desktop. A segunda é para o caso de ser necessária apenas a visualização do terminal remoto.

Agora você já deve conseguir abrir um desktop remoto em sua própria máquina local, mas para isto, deve permitir que aplicações remotas acessem seu próprio desktop, com o seguinte comando:

brod@brod-laptop:~$ xhost +
access control disabled, clients can connect from any host

Agora, execute o seguinte:

brod@brod-laptop:~$ vncviewer -via localhost localhost:64
brod@localhost’s password:  [Nota: esta é a sua senha de usuário]
Connected to RFB server, using protocol version 3.8
Enabling TightVNC protocol extensions
Performing standard VNC authentication
Password:  [Esta é a senha de visualização completa que você definiu no passo anterior]
Authentication successful
Desktop name “brod’s TESTE desktop (brod-laptop:64)”
VNC server default format:
16 bits per pixel.
Least significant byte first in each pixel.
True colour: max red 31 green 63 blue 31, shift red 11 green 5 blue 0
Using default colormap which is TrueColor.  Pixel format:
32 bits per pixel.
Least significant byte first in each pixel.
True colour: max red 255 green 255 blue 255, shift red 16 green 8 blue 0
Using shared memory PutImage
Tunneling active: preferring tight encoding

Neste momento, você deve ter uma janela com um novo desktop em sua máquina local. Em nossa máquina, ele aparece da seguinte forma:

| [[/imagens/tn_Captura_de_tela- 1.png] /imagens/Captura_de_tela-1. png]
| **Clique para ver a imagem ampliada**

Testes na rede local
====================

Você tem agora tudo preparado para que seu desktop possa ser acessado de qualquer outra máquina na sua rede. Em nossa rede, temos a máquina do Cesar e da Joice. Para descobrirmos os endereços delas usamos o comando ifconfig.

brod@brod-laptop:~$ ifconfig
eth0      Link encap:Ethernet  Endereço de HW 00:13:a9:85:7a:e3
UP BROADCAST MULTICAST  MTU:1500  Métrica:1
pacotes RX:0 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:4 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:0 (0.0 B) TX bytes:1368 (1.3 KB)

lo        Link encap:Loopback Local
inet end.: 127.0.0.1  Masc:255.0.0.0
UP LOOPBACK RUNNING  MTU:16436  Métrica:1
pacotes RX:12505 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:12505 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:0
RX bytes:2031155 (2.0 MB) TX bytes:2031155 (2.0 MB)

wlan0     Link encap:Ethernet  Endereço de HW 00:19:d2:37:8e:2e
inet end.: 192.168.1.100  Bcast:192.168.1.255  Masc:255.255.255.0
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST  MTU:1500  Métrica:1
pacotes RX:22240 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:21538 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:19019076 (19.0 MB) TX bytes:4151766 (4.1 MB)

Note que a interface utilizada é a wlan0, com o endereço 192.168.1.100. O mesmo comando na máquina da Joice mostra que ela usa a interface ath0 com o endereço 192.168.1.103. Em nosso teste, vamos acessar o desktop Cesar a partir da máquina Joice. Primeiro testamos a conexão:

brod@brod-laptop:~$ ping 192.168.1.100
PING 192.168.1.100 (192.168.1.103) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 192.168.1.100: icmp_seq=1 ttl=64 time=0.038 ms
64 bytes from 192.168.1.100: icmp_seq=2 ttl=64 time=0.042 ms
64 bytes from 192.168.1.100: icmp_seq=3 ttl=64 time=0.043 ms
64 bytes from 192.168.1.100: icmp_seq=4 ttl=64 time=0.044 ms
64 bytes from 192.168.1.100: icmp_seq=5 ttl=64 time=0.043 ms
^C
— 192.168.1.100 ping statistics —
5 packets transmitted, 5 received, 0% packet loss, time 3998ms
rtt min/avg/max/mdev = 0.038/0.042/0.044/0.002 ms

Funcionou, então vemos se a Joice consegue acessar a máquina do Cesar com ssh:

ssh brod@192.168.1.100

Obviamente, ela precisará conectar-se com um usuário e senha conhecidas na máquina remota.

Caso a máquina da Joice não necessite ser um servidor VNC, ela pode simplesmente instalar o pacote xtightvncviewer, como descrito anteriormente.

A seguir, ela executa os comandos abaixo:

xhost +
vncviewer -via 192.168.1.100 localhost:64

192.168.1.100, como você já viu, é o endereço da máquina do Cesar.

Pronto! Joice agora tem em sua máquina o desktop da máquina do Cesar. Novamente, observe que a Joice deve ter um usuário na máquina do Cesar e que ela deve conhecer tanto sua própria senha quanto a do VNC.

Conectando-se a uma máquina remota na Internet
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A situação mais comum que enfrentamos é a de termos que nos conectar a uma máquina de um cliente, utilizando seu próprio desktop. Para isto, o cliente deverá ter instalado em sua máquina o openssh-server e o tightvncserver. Certifique-se de que todos os procedimentos descritos em Testes na máquina local funcionam do lado do cliente antes de testar o acesso remoto. Caso seja possível conectar sua máquina à rede do cliente,
faça também todos os procedimentos descritos em Testes na rede local.

Agora, tanto nossas máquinas como a máquina do cliente possuem endereços internos de rede, invisíveis para a Internet. E mesmo os endereços que recebemos dos provedores para o acesso são fornecidos dinamicamente. Como, então, obter os endereços necessários para as conexões? A melhor saída que encontramos para isto é o hamachi (https://secure.logmein.com/ products/hamachi/list.asp). Só que agora o gerenciador de pacotes não irá ajudar. Você precisará baixar o pacote deste endereço (https://secure.logmein.com/ products/hamachi/list.asp), selecionando a plataforma Linux. Note que é possível instalá-lo também em outras plataformas, mas estas não foram testadas por nós. Caso você nunca tenha feito uma instalação “na mão” no Linux, é bom seguir os próximos passos com a ajuda de alguém mais experiente. Mas, mesmo assim, ela é bastante simples:

1. Baixe o pacote, anotando a pasta onde foi feito o download;
2. Torne-se superusuário com o comando sudo su;
3. Vá para o diretório /usr/local/src, descompacte o hamachi e vá para a pasta do hamachi

cd /usr/local/src
tar -xzvf /pasta-de-download/hamachi-( versão)-lnx.tar.gz
cd /usr/local/src/hamachi-( versão)-lnx/

4. Execute os seguintes comandos:

make install
tuncfg

5. Saia do modo superusuário (tecle Ctrl+D) e execute os seguintes comandos:

hamachi-init
hamachi start
hamachi login

6. Crie uma rede para o seu ambiente. Você pode criar uma rede para cada ambiente, ou uma rede que será usada por toda a sua empresa, bastando repetir o comando a seguir:

hamachi create nome-da-rede senha

7. Conecte-se à rede:

hamachi join nome-da-rede

Use a senha escolhida no item 6.

8. Entre “online” na rede à qual se uniu para que possa ser visto por outros usuários:

hamachi go-online nome-da-rede

9. Verifique os endereços conectados:

hamachi list
* [nome-da-rede]
5.106.100.166
5.108.231.0
5.141.10.218
5.142.23.45
* 5.143.252.66                                189.7.202.2:39375

10. Verifique a interface criada:

ifconfig

ham0      Link encap:Ethernet  Endereço de HW f2:0b:73:13:15:46
inet end.: 5.143.245.83  Bcast:5.255.255.255  Masc:255.0.0.0
UP BROADCAST RUNNING MULTICAST  MTU:1200  Métrica:1
pacotes RX:35 erros:0 descartados:0 excesso:0 quadro:0
Pacotes TX:56 erros:0 descartados:0 excesso:0 portadora:0
colisões:0 txqueuelen:500
RX bytes:7030 (7.0 KB) TX bytes:8901 (8.9 KB)

Obviamente, para poder conectar sua máquina à máquina do cliente, você também deve ter o hamachi instalado. Para isto, repita os passos 1 a 5, salte o passo 6, pois a rede já está criada. E siga os demais passos para saber o endereço de sua própria máquina no hamachi. Em nosso exemplo, a máquina do cliente tem o endereço 5.143.245.83 e a máquina que usaremos no escritório tem o endereço 5.143.252.66. Como nos casos anteriores, teste as conexões com o comando ping e tente abrir uma sessão ssh remota usando o endereço do cliente (ssh cliente@5.143.245.83). Tudo isto funcionando, basta testar a abertura de um desktop remoto.

vncviewer -via 5.143.245.83 localhost:64

Você deverá fornecer duas senhas. A primeira, é a de seu usuário na máquina remota (que deve ter sido previamente criado) e a segunda é a que você forneceu no passo 6. Feito isto, um desktop da máquina do cliente será aberto na máquina local.

Conclusão
=========

O hamachi efetivamente estabelece, via Internet, uma conexão ssh entre duas máquinas. Assim, efetivamente, todos os serviços possíveis por ssh podem ser utilizados com o hamachi, como o acesso remoto a arquivos via scp. O serviço roda sob criptografia, ou seja, nenhum dado irá trafegar às claras na Internet. Mesmo assim, tenha cuidado com a escolha de senhas e mesmo de nomes de redes. Evite divulgá-las além de um grupo restrito de usuários.

Para acessar com facilidade a máquina remota, o melhor é que você já deixe os serviços preparados. Especialmente o tuncfg tem que ser executado no modo superusuário (aliás, na maior parte das vezes em que o comando hamachi start não rodar é porque o tuncfg não foi executado). Por isso, é conveniente colocá-lo em alguns de seus scripts de inicialização do Linux. Um bom exemplo de como isto pode ser feito pode ser encontrado
neste artigo (http://bit.ly/194RQi).

Os demais comandos podem ser reunidos em um script para o qual você pode criar um ícone na tela do computador de seu cliente para que ele habilite os serviços de acesso remoto apenas quando eles forem necessários.

Em nosso caso, simplesmente adicionamos a seguinte linha ao arquivo /etc/init.d/ssh (poderíamos ter criado um outro arquivo executável para isto, mas como basicamente só precisamos do tuncfg para as conexões hamachi com ssh, optamos por fazer isto neste arquivo mesmo):

### Set tuncfg to be used by hamachi
tuncfg
###

No diretório do próprio usuário da máquina a ser acessada remotamente, criamos o seguinte script, chamado vnchamachi, que contém as seguintes linhas:

#!/bin/bash
# Primeiro remove a configuração atual, por via das dúvidas
rm -Rf /home/usuario/.hamachi
# Agora inicializa o hamachi
hamachi-init
hamachi start
hamachi login
hamachi join nome-da-rede senha-da-rede
hamachi go-online nome-da-rede
# Agora inicializa o VNC Server
vncserver :64 -geometry 800×600 -depth 16 -name TESTE

Cesar Brod e Joice Käfer são sócios da BrodTec (http://www.brodtec.com), nerds, pupilos do professor Pimenta e, ao menos uma vez por semana, fazem experiências culinárias.

FONTE: LISTA DE USÚARIOS DEBIAN PORTUGUES debian-user-portuguese@lists.debian.org

Uma boa discussão

Certa vez (como se isto estivesse acontecido a muito tempo atras) rolou na lista interna do grupo de pesquisa do qual faço parte um e-mail meio cabuloso sobre formatos de arquivos (a febre do momento .odf x .docX (em maiúsculo e negrito, propositalmente)). Vou postar algumas partes deste e-mail.

O PIOR DE TUDO FOI MINHA RESPOSTA NÃO TER CHEGADO (EU NÃO SEI PQ)

Tudo começou quando foi pedido para que os relatórios fossem enviados em .doc

R A escreveu:

Meninas, lembrem de mandar os relatórios para revisão. Mandem em doc,
para que possamos ler e devolver.
Bjo!

Em seguida surge a resposta não das meninas (que também é uma pena, rsrsr)

De: H C <@yahoo.com.br>
Para: gec_cnpq_ufba@ yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009 12:47:26
Assunto: [gec_cnpq_ufba] Formato aberto de documento – ODF

Sei da dificuldade de se comunicar com o mundo exterior…
Eles só conseguem abrir o .doc, eles só usam o word…
Mas nós usamos um processador de texto chamado BROffice (ou OpenOffice fora do Brasil)
que gera arquivos de acordo com a Norma Brasileira NBR 26300 (12 de maio de 2008).
O padrão ODF. No caso de texto o .odt
O uso do .doc deveria ser a exceção e o .odt a regra.
Oh ! Recebi um arquivo .odt ?! O que faço ?
É só baixar o BROffice em http://www.broffice.org/

Tem BROffice para o MS Windows também ! Veja quantos lugares para baixar:

http://ftp.unicamp.br/pub/broffice/stable/3.1.0/BrOOo_3.1.0_Win32Intel_install_wJRE_pt-BR.exe
http://linorg.usp.br/www.broffice.org/stable/3.1.0/BrOOo_3.1.0_Win32Intel_install_wJRE_pt-BR.exe
ftp://www.broffice.org/stable/3.1.0/BrOOo_3.1.0_Win32Intel_install_wJRE_pt-BR.exe

H.

E R. A. responde.

R A escreveu:

Prezado Hilberto, prefiro achar que não entendi o que você quis dizer  e continuarmos em paz.
Bjo!

Nada contra a resposta (eu quero saber é da minha). Em segida H responde:

2009/6/3 H C <@ yahoo.com. br>

R,

Peraí ! Não houve nenhuma intenção maliciosa nesse email.

Peço desculpas imediatamente, pois parece que houve algum mal entendido.
Isso é comum em listas de discussão.

Observe que modifiquei o assunto da mensagem. Estou me dirigindo ao
grupo como um todo.

A minha intenção no email foi encenar uma situação comum entre nós e
nossos interlocutores no mundo exterior ao GEC para provocar uma
discussão saudável.

Rita, estou a disposição para esclarecer qualquer outra dúvida. Pode ser
pelo email @gmail. com, pelo ramal XXXX ou pessoalmente.

H.

Depois surge N.P (em bom baianês, “dano a vôz, mô brodi”)

De: N P
Para: gec_cnpq_ufba@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009 13:21:43
Assunto: Re: Res: [gec_cnpq_ufba] Formato aberto de documento – ODF

claro que não.. eu entendi perfeitamente, tanto que respondi imediatamente. ..
aliás, tinha acabo de fazer outro email a partir do email de S sobre como escrever nome de arquivos.. achoq ue é por ai que crescemos…

não esqueçam, essa é uma luta política… e estamos avançando.
O governo brasileiro já avançou nisso…
Todos os documentos capes e cnpq agora vem primeiro com o odt….
antes nem tinha!
np

O que o grand master fala é sobre a atitude do Governo Federal do Brasil em aceitar e migrar seus documentos (de computador) para padrões de formatos de aquivo livre. Mais conhecido como Open Office Document (ODF – olha meu ingles esta melhorando, escrevi sem a ajuda do google). Imagina só escrever em 2003 a Ata de Posse da Presidencia de Republica em .doc.,no Windons 3.11 (é um pesadelo? VIXE!!!!!!!!!) e quando chegar no ano de 2930 (quando lançarem, enfim, a versão final do Windows XP Service Pack nº(deixa para lá … … …)) esta ata não poderá ser lida. Isto pq não se adotou em 2003 uma politica que todos os documentos fossem criados em formato livre. O mais bacana é que em 2930 este documento vai abrir, sem alteração. Independente da versão do software usado, pois o Brasil adotou esta politica de formato de documentos livres.

E para finalizar o meu e-mail de resposta (é aquele mesmo que ninguém recebeu, pois não chegou (agora analise o conteudo e me diga se existe algo de malicioso, improprio, devasso, terrorista, … … …)

De: B G <@gmail.com>
Para: gec_cnpq_ufba@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 4 de Junho de 2009 0:21:11
Assunto: Res: Res: [gec_cnpq_ufba] Formato aberto de documento – ODF

Liberdade para todos nós!

N.P concordo em gêneronumeroegrau, principalmente no que diz respeito a ser livre para tudo (inclusive para áudio).

Com relação aos formatos de arquivos a “briga” é boa no sentido da confiabilidade no uso de formatos de arquivos fechados.

Imaginem: nós escrevendo sobre plano de ataque os servidores de internet do pentágono no MsOffice, dentro do Windows?. (é melhor para com este e-mail por aqui, pq nosso plano não vai dar certo). Os “caras” sabem de tudo e afirmam que para sUa Segurança Nacional.

Pq quando se fala de liberdade o assunto se complica?

Ps.: se este e-mail chegar é um bom sinal (eu acho!)

O que há de mal nesta mensagem para ela não ter chegado? E olha que eu no final ainda teve esperança dela chegar… … …

Enfim é uma boa discussão!

Ps: espero que os personagens me liberem o direto intelcto-autorais de parte de seus e-mail