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PQ oje é sexta!! – Jontex Júnior

Jontex Júnior

Tudo começou em uma bela manhã japonesa no Japão em 1889. Após Godzilla ter tentado inutilmente destruir Tóquio outra vez, e os Super Sentai terem salvo tudo mais uma vez, a vida corria normalmente.

O senhor Tomaro Noku, diretor local das operações das camisinhas Jontex no Japão, a qual instalou uma fábrica lá em pouco tempo, havia marcado um encontro naquele mesmo dia com uma moça de família, a fim de tirar o seu atraso (dele, não o teu!). Então, ele prosseguiu à linha de produção e pegou dois pacotinhos de Jontex Nippon-Fish. O dia então, prosseguiu sem maiores problemas, tirando um ataque de meteoros que foi evitado após uma batalha de proporções épicas.

Então, no final do dia, ele foi ao posto de gasolina mais próximo, comprou amendoim, catuaba, ginseng, Red Bull e Viagra, e engoliu tudo de uma vez, para aguentar a noite toda. Porém, na hora da alegria, Sr. Noku percebeu que as camisinhas tamanho P, as únicas disponíveis para o mercado japonês, eram demasiado grandes para o tamanho de sua torneirinha nipônica.

Sr. Noku, um sujeito pão-duro, ficou puto da cara, já que perdeu uma boa grana na meretriz e nos preparativos.

Mas depois de toda essa enrolação, uma grande ideia surgiu em sua cabeça: se ele mesmo não conseguia usar o menor modelo disponível no mercado, e seu membro estava nas proporções em média de toda população japonesa, porquê não lançar um outro modelo, menor ainda que todos já feitos? Animado, Noku resolveu colocar seu plano em ação. Estudou primeiramente os tamanhos das torneiras de diversas raças de cães, a fim de definir comprimento e largura exatos, além de pequenas variações. Desde perigosos poodles miniatura até inofensivos pitbulls adultos, ele comparou as medidas e proporções com o seu próprio membro. Depois de muitos dedos arrancados depois, conseguiu estabelecer uma média entre os cachorros. Inacreditavelmente, o tamanho médio dos pintos dos cães eram o dobro do seu!

Noku se tocou que o plano ia ser ainda mais difícil do que ele imaginava. Sua única saída para poder executar seu plano e ficar bilionário era, como deveria estar bem explicado nas Leis de Murphy, a mais gay possível: teria que medir o pênis de grande parte da população japonesa. Anunciou em um cartaz, nos principais jornais de circulação do Japão, que ele estava desenvolvendo um produto que suprisse perfeitamente a necessidade de todos homens da nação. Os japoneses todos se interessaram, pois agora podiam transar se ficar socando mais 69666 milhões de pessoas por mês naquela porra de nação minúscula. Em seu escritório, mediu os pênis de mais da metade da população masculina do Japão, e conseguiu arranjar os números e proporções desejados. Era o início de seu império! Mas por pouco tempo, já que não demorou nem uma semana para a Olla e a Blowtex plagiarem completamente sua ideia.

A criação da Jontex Júnior chamou a atenção das autoridades em vários países. Os resultados obtidos, no que tange à auto-estima das pessoas, causaram um impacto social determinante. No Brasil, não poderia ser diferente. O presidente Lula, através de sua Ministra para Assuntos Sexuais, resolveu criar um plano nacional de incentivo ao uso de camisinha pelos jovens recém iniciantes nas artes sexuais, e que se sentiam abandonados pelas políticas públicas relativas ao sexo. Então, o governo criou o Programa Punheta Zero, a fim de incrementar a atividade sexual real da juventude brasileira. Um dos elementos que fazem parte desse projeto, além de outras medidas que visam diminuir o índice de gravidez das cerâmicas de banheiro, é a distribuição massiva de Jontex Júnior, o que torna aquela brincadeirinha de médico do seu sobrinho de nove anos muito mais segura. Pesquisas comprovam que a iniciativa incrementou o aproveitamento escolar em 800%, visto que a relação sexual, mesmo que alternativa, ocupa bem menos tempo do jovem do que as outras atividades de cunho sexual.

Quer ler mais?

Então acesse http://desciclo.pedia.ws/wiki/Jontex_J%C3%BAnior

Tem louco para tudo? OLHA SÓ!

Imagem criada por Mario Amaya

Dia 15 de novembro é o dia da Proclamação da República. E tratou-se também do dia da blogagem coletiva contra a aprovação do projeto de cibercrimes cometido pelo senador Eduardo Azeredo. Por causa dos motivos sintetizados no cartaz que ilustra este post, criado por Mario Amaya. Porque, como bem sintetizou Marcelo Träsel, “os bancos estão tentando impor uma legislação estúpida para deixarem de assumir a responsabilidade por tornar seus sistemas de transação eletrônica mais seguros”. Porque, como explicou Luciana Monte, sua redação dúbia possivelmente inviabiliza redes wi-fi e criminaliza condutas usuais e de boa-fé, como o envio de emails para uma lista visível de contatos, abrindo brechas para “a ameaça de um futuro Big Brother”, como profetizado no livro distópico de George Orwell. Porque esse projeto representa uma séria ameaça aos direitos civis, capaz de criminalizar atos como o desbloqueio de um telefone celular ou a transferência de músicas de um CD para um iPod com uma pena de até 4 anos de reclusão.

Informe-se. Leia o projeto de lei do senador Azeredo a fim de inteirar-se sobre o assunto. Confira o relato de Daniel Pádua sobre a audiência pública sobre esse projeto, realizado na Câmara dos Deputados no dia 13 de novembro, mais notícias sobre o assunto no site do Ministério da Cultura e os outros posts da blogagem coletiva contra o vigilantismo. Participe da petição online pelo veto à “lei Azeredo”. Mas, sobretudo, não fique alheio a essa discussão, achando que ela não tem nada a ver com a sua vida. A pior atitude é a indiferença.

Direto do Campus Party Brasil 2009 (só a noticia)

(fonte: http://docs.google.com/View?docid=dcfsw84f_22d5nrs2fj)

Maddog, da Linux, prega a liberdade na Campus Party Brasil 2009

Nesta quarta-feira, 21, o diretor-executivo da Linux International mostrou um panorama animador do uso de softwares livres no mundo;
Projeto Morfeo, apresentado pela Telefônica, tem como objetivo criar oportunidades comerciais e incubar projetos de pesquisa e desenvolvimento de softwares livres

A Campus Party Brasil vem provando ser um espaço de encontro de várias tendências, mas com uma linha em comum: a liberdade. Nesta quarta-feira, no Momento Telefônica, às 13h, Jon “Maddog” Hall, diretor-executivo da Linux International, repassou os primórdios do sistema operacional – que permite que qualquer pessoa possa ler, utilizar, estudar e modificar seu código-fonte.

Todo software deve ser livre, ao menos que haja uma razão especial para que isso não aconteça. Você não pode ser escravo de um programa. Ele não pode te dizer o que fazer, como e quando”, salientou Maddog, que mostrou o crescimento do uso do sistema operacional Linux a partir de 1998, inclusive por grandes empresas, como a IBM, e ainda explicou a importância de um software livre em órgãos governamentais. “É uma questão de segurança. Os governos de vários países não confiam em softwares desenvolvidos por outras nações. Por isso é tão importante ter o código aberto, para que você possa ter o controle daquilo que está usando”, completou ele.

Segundo Maddog, 80% dos supercomputadores do mundo utilizam Linux, e o principal desafio da empresa é continuar aumentando o número de usuários comuns. “O futuro é animador. Temos milhões de pessoas com computadores, que não têm condições de pagar por um software da Microsoft, por exemplo. Aí é que entramos nós, com um software livre, a custo zero, mas não por isso de menor valor”, finaliza ele.

eyeOS

Logo em seguida, quem entrou no Palco Principal foi Pau Garcia-Milà, um jovem empreendedor de Barcelona que, aos 18 anos, fundou o projeto eyeOS, com a intenção de criar um sistema operacional web (software livre), para fazer frente a futuros projetos da Microsoft. A eyeOS tem já mais de 400 mil membros por todo o mundo e quase meio milhão de downloads.

Projeto Morfeo

Criar oportunidades comerciais e incubar projetos de pesquisa e desenvolvimento: este é o objetivo do Projeto Morfeo, comunidade de software livre que agrega desenvolvedores, empresas e universidades para a inserção de programas abertos no mercado. A iniciativa, que tem a Telefônica como um dos maiores apoiadores, foi tema de palestra desta quarta-feira, na área de Software Livre.

O coordenador de Projetos de Inovação da Telefônica Pesquisa e Desenvolvimento, Marcos Curiel Rosa, apresentou a origem, desenvolvimento e estágio atual do Morfeo, que nasceu na Espanha e agora busca se expandir para o Brasil. O EzWeb e o MyMobileWeb, dois dos principais projetos da comunidade, foram detalhados ao público. “Trabalhar a comunidade em rede com a perspectiva de criar novos negócios no ambiente de software livre é algo muito importante, ainda mais quando impulsionado por uma grande corporação”, disse Marcelo Branco, diretor da Campus Party Brasil 2009.


Sobre a Campus Party

Criada na Espanha em 1997, a Campus Party transformou-se, em 12 anos de existência, no maior evento mundial integrando tecnologia, conteúdo digital e entretenimento em rede. Os participantes mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro de uma arena, onde se conectam a uma rede superveloz e convivem em torno de oficinas, palestras, conferências, competições e atividades de lazer.

Todos ensinam, aprendem e compartilham conhecimento, exercendo, de fato, o sentido democrático e pluralista que deve ter a nova sociedade da informação. Participam do encontro estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e milhares de visitantes. Em comum eles têm a busca pelas últimas novidades tecnológicas, pela troca livre de conteúdos e pelo compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital.

SERVIÇO:

Campus Party Brasil
De 19 a 25/1/2009
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5
São Paulo – SP

Estacionamento
Terceirizado, com 5 mil vagas. O valor diário é de R$ 20, mas haverá pacote promocional de R$ 100, exclusivo para “campuseiros” que deixarem o carro durante toda a semana

Horários
Abertura para visitantes: de 20 a 25/1/2009, das 10h às 22h
Abertura para campuseiros: a partir das 12h do dia 19/1/2009.

Visitas
A visitação à área Expo é gratuita, desde que apresentado convite que pode ser impresso no site da Campus Party Brasil, e não esta vinculada à entrada na área Campuseiros.

Informações
Telefone para informações: 11.3872-1400
E-mail para informações: brasil@campus-party.org

*Não serão permitidos a venda nem o consumo de bebidas alcoólicas em todas as áreas do evento.

Páginas oficiais:
www.campusparty.com.br
http://www.campus-party.org/
http://www.campus-party.es/
http://www.campus-party.com.co/
http://iberoamerica.campus-party.org/
http://es.youtube.com/campusparty

Fotos em alta alta resolução
http://www.flickr.com/photos/campuspartybrasil

Sala de Imprensa

http://www.campusparty.com.br/index.php/imprensa.html


Press kit
http://www.campusparty.com.br/tl_files/Brasil/2009/content/PressKitCP.doc

Agenda completa
http://www.campusparty.com.br/index.php/agenda_campus_party_Brasil.html


Mais informações para a imprensa:

Anexo Comunicação
(55-11) 7028-2175 / 7028-2179 / 7028-2178
imprensacp2009@yahoogroups.com

IETA!!!! CAMPUS PARTY BRASIL 2009

Este ano eu fique na vontade…

Não fui de corpo material (e o pior nen virtual)…

Tudo isto por causa do corpo – o meu, mas é claro!!! Esta semana estou fazendo revisão geral (só não troquei o oleo)!!!

Minha critica (in)destrutiva é:

Tomara que os organizadores (CAMPUS PARTY BRASIL 2009) plantem as árvores que eles prometeram plantar na edição passada do evento. Ou pior, espero que eles não prometam plantar nada – nem acabar com os buracos na camada de ozônio, nem com o derretimento das geleiras – pois já chega de fala, fala, fala …